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Justiça nega pedido de afastamento imediato da diretoria da Prudenco
A Justiça negou o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para afastar, de imediato, os diretores da Companhia Prudentina de Desenvolvimento (Prudenco), que é responsável por trabalhos como o de limpeza e o de obras em Presidente Prudente. Na decisão, assinada pelo desembargador Fernão Borba Franco e que foi expedida nesta quinta-feira (13), foi apontado que não há provas que justifiquem o afastamento dos envolvidos.

Segundo o MPE, houve irregularidade por parte da diretoria da Prudenco, que é presidida por Mateus Godoi, na contratação desse escritório para representar a empresa na Justiça, sendo que a companhia tem seus próprios profissionais para executar o serviço na área jurídica.

Na decisão, Franco apontou que “não há tal prova nos autos. Os documentos apresentados são abundantes e suficientes para concluir pela ocorrência ou não do ato ímprobo”. Ainda foi frisado que “a medida pretendida é absolutamente excepcional”.

A natureza da decisão tem caráter provisório e liminar, de modo que poderá ser melhor analisada “com a contraminuta”.

Fonte: G1 Presidente Prudente
 

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